terça-feira, 29 de novembro de 2011

Coleção Piadinhas - Livro 1


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COLEÇÃO PIADINHAS, LIVRO 1, EDITORA BRASIL LEITURA, 2009, CRIAÇÃO E EDIÇÃO: ANGELA FINZETTO, ILUSTRAÇÕES: BETO UECHI, DIAGRAMAÇÃO: DENISE SAWATANI, REVISÃO HELENA CRISTINA LÜBKE


quinta-feira, 24 de novembro de 2011

A idade do Céu - Paulinho Moska

Nunca postei nada sobre música, mas hoje está me dando uma vontade e eu não passo vontade, desde um dia desse que por um milagre estava em casa e a TV ligada, e que passava a novela das 6 na Globo, ouvi uma música que eu já conhecia, mas nunca tinha parado para ver o quanto é linda, o quanto define tão bem as coisas que eu penso da vida, do tempo e do ser humano. Ouça a música aqui.

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Dica de leitura sobre adolescência

Minha maninha também é blogueira, olha o post dela sobre adolescência, mais adolescente impossível
Clique aqui para ver o post dela

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Prática do Terceiro Ano do Curso Normal do Colégio Municipal Pelotense

      Tudo começou com muita expectativa, que só aumentava por sabermos o que iria acontecer e pela nossa caminhada no curso e pelo significado que teria. Foram três dias de observação (). E oito para planejar em sala se aula com minha colega de prática Pâmela (). Pode parecer muito tempo, mas trabalhamos muito até o dia de entregar o projeto, seguido pela espera da correção e nem me fale em correção.
      Mas tudo acabou dando certo e nosso projeto foi aprovado, quem quiser pode ver o projeto e os planos de aula aqui.
      Pouco mais de uma semana com aquelas crianças e tão significativo para nós, que rendia postagens e mais postagens todos os dias ().
      Após a prática fizemos um relato para nossas colegas e professoras, e voltando para a nossa sala de aula, do Curso Normal, fizemos muitos trabalhos como o relato de Didática da Linguagem e o trabalho de filosofia.
      Como blogueira viciada não resisti e postei alguns materiais como os vídeos do nosso produto finala atividade de basquete e pênaltis das fraçõesos cartazes com os combinadosos textos de apoio sobre os serviços públicos, as taxas e os impostosa atividade que relaciona impostos e frações e a dinâmica descobrindo nossos direitos e deveres. Teve ainda uma criação especial para a Olimpíada das Cores do CMP, as máscaras dos Smurfs.
      Eu só tenho a agradecer por todas as oportunidades que tive, fico muito feliz em ver que fizemos um bom trabalho e tivemos bons resultados e muita aprendizagem, agradecimento especial para a Pâmela, minha colega de prática, ao meu namorado, à minha família, aos meus professores, aos alunos da 3ª série B e todos que contribuíram para que tudo fosse possível. Obrigada Deus.
      Mesmo não tendo muita importância gostaria de contar para vocês que dos 20 que era o valor da prática fiquei com 20, obrigada a todos, sozinha eu não conseguiria nada.
 

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Relacionando nossa Prática com os conteúdos de Filosofia trabalhados este ano (trabalho orientado pelo professor Carlos Cogoy)

Qual a relação entre práxis educacional, moral, ética e prática pedagógica?
O momento de fazer a prática no terceiro ano do curso Normal vai além de testar se nós gostamos daquilo que estamos fazendo ou ao menos nos preparando para fazer. É o momento, acima de tudo, de fazer uma ligação daquilo tudo que aprendemos com nossos professores com as coisas que se passam em sala de aula, com os nossos alunos. De nada adiantaria dois anos com a professora Gislaine dizendo que trabalhar com projeto didático é a melhor forma nas séries iniciais, se não pudesse constatar, eu mesma, na prática? Essa possibilidade que temos fundamenta ainda mais a teoria da práxis educacional, teoria e prática nunca estiveram tão relacionadas quanto nesse momento para nós, a prática que planejamos precisou de uma teoria para se nortear (ou “sulear”, tudo é tão relativo), da mesma forma sem que não houvesse prática, vida real, não teria como existir a teoria, não teria fundamento e nem aplicação.
Fora isso, percebemos que todas as disciplinas nos ensinaram coisas que sem as quais não poderíamos ter feito tudo o que fizemos naquelas salas de aula. Mesmo as disciplinas do ensino médio, são imprescindíveis para a nossa formação profissional e pessoal. Falando de modo geral, não me surpreende que as disciplinas que ensinam “como fazer” tenham nos ajudado, me surpreende aquelas que tratam mais das relações humanas e sociais, nunca tinha tido a oportunidade de perceber o quanto são necessárias e o quanto se fazem presente em sala de aula.
Cada minuto que tivemos em sala de aula foi além daquilo que tínhamos planejado, no exigiu mais do que conhecimento teórico, nos cobrou postura de quem está à frente de uma sala de aula, e isso não é só discurso, é a maior verdade. Quem das nossas colegas não passou por situações inesperadas, quem não teve que tomar atitudes segundo os seus padrões morais, quem não precisou pensar se aquilo que precisava decidir seria considerado correto nos padrões éticos e morais.
E vou além, a moral e a ética, conteúdos da disciplina de Filosofia trabalhados este ano, estiveram presentes desde o nosso período de observação, passando pelo planejamento e chegando a aplicação, sendo manifestados desde as pequenas coisas como as que deixamos transparecer através dos nossos atos, no juízo de valo que inevitavelmente fizemos das pessoas, mas que precisam sempre ser reavaliados, as escolhas que fizemos no planejamento, as reações que tivemos, todas as nossas ações, tudo seria mais difícil se não tivéssemos passado por reflexões e conhecimento destas áreas da Filosofia que como ciência humana, possibilita o aprimoramento de nós, seres humanos na medida em que vivemos e nos relacionamos uns com os outros.

Ir para o menu da prática

Relatando a Prática - trabalho orientado pela professora Carla Sorondo

      Desde o ano passado, quando vimos nossas colegas do quarto ano, na época terceiro, fazerem a prática, estávamos na expectativa de que a nossa acontecesse. No início deste ano, ficamos sabendo a data da Jornada (que organizamos) e da prática. Ambas datas foram adiadas, em virtude de paralisações e outros acontecimentos que de certa forma atrapalharam o andamento do nosso ano letivo, e só fizeram aumentar mais ainda a expectativa que já tínhamos.
      Eu queria conseguir fazer um bom trabalho, acreditava que era capaz disso, mas ao mesmo tempo temia por já ter ouvido muitas críticas duras de alguns professores, não consigo entender porque me dizem isso, não vejo em mim nada de tão errado, a não ser as coisas que ainda tenho que aprender, o que eu não considero defeito. Contudo, eu acreditava em poder ser uma boa professora.
      Em uma manhã normal, de aulas ainda mais normais, chega a nossa coordenadora Patrícia, convidando nossa turma para ir para a sala 29, do 31A, para dividirmos as duplas e trios e decidirmos juntos quem ficaria com cada turma. Eu já tinha combinado com minha colega Pâmela que faríamos juntas. Nós trabalhamos à tarde e precisávamos fazer a prática pela manhã, mesmo que as turmas disponíveis já fossem poucas nesse turno, queríamos muito trabalhar com terceiro ano, acabamos ficando com uma terceira série, turma B, com 23 alunos.
       No mesmo dia, curiosas demais para esperar o período da observação, fomos espiar, literalmente espiar a turma, e o que vimos eram crianças calmas, silenciosas, trabalhando quietos, em fila, sem nem se mexerem.
Na observação, descobrimos que tínhamos conseguido analisar bem a turma naquela “espiadinha”, e fomos além, entendemos que esse comportamento que os alunos apresentavam era o reflexo das ações da professora titular, e que com os especialistas eles se soltavam bem mais, sendo que presenciamos até mesmo brigas nas outras aulas. Percebemos que a titular não era uma bruxa, e que não podemos julgar o trabalho de ninguém, e muito menos desvalorizá-lo. Sendo assim, planejamos uma semana de muito movimento, mas também com regras bastante claras, uma coisa não anula a outra. Além disso, sempre tomamos o cuidado de nunca passar juízos de valor para as crianças, não somos melhores que nenhum professor deles e nem ao contrário, porém eles percebem que somos todos diferentes, até mesmo eu e a Pâmela somos muito diferentes.
      No planejamento, tivemos orientações de todos os professores, e embora as opiniões sejam divergentes algumas vezes e nos deixem sem saber o que é o certo a fazer, foi muito importante ter o apoio de todos eles. Também foi muito positivo a possibilidade de sermos atendidas no turno da noite em um dos dias, que foi um dia decisivo no rumo do nosso projeto. Aconteceram algumas coisas negativas, como por exemplo, a imposição de um conteúdo por parte de uma professora, mas foram poucas em vista dos aspectos positivos. Nosso tema foi cidadania, muito amplo, muito aplicável e muito importante.
      Nosso planejamento funcionou bem, os alunos gostaram do tema, escolheram muito bem os títulos do Projeto (Brincando e Aprendendo) e do Programa de Reportagens (3ª B, a gente aprende pra valer), que era o nosso produto final, nós e os alunos adoramos produzi-lo.
      Mas teve uma coisa que poderia ter sido diferente, é que ao longo do período de planejamento cortamos toda a segunda etapa que tínhamos no projeto, porque todas as pessoas nos diziam que os alunos não iam dar conta, que tinha coisa demais. Mas percebemos, na prática, que eles não só conseguiriam como adorariam aquela segunda etapa, sendo que até mesmo sugeriram atividades muito semelhantes daquelas que faríamos. Por outro lado, todas as manhãs, sobrava-nos tempo e podíamos adicionar atividades extras, incluindo aí a vontade dos alunos.
      Conseguimos realizar todas as atividades que planejamos sem maiores problemas, sendo que o maior foi a grande e, em certos momentos, excessiva empolgação que os alunos demonstravam em realizar as atividades, para eles muito diferentes. Os nossos bons resultados alcançados seriam muito melhores se tivéssemos mantido a segunda etapa, não me conformo com esse nosso erro, podia ter sido ainda melhor, os alunos poderiam ter aprendido ainda mais.
      De uma forma mais ampla, conseguimos além de proporcionar a construção de conhecimento por parte dos alunos e também em nós, conseguimos nos relacionar muito bem com eles, embora tenha sido pouco tempo, vale como comprovação de que para que haja uma aprendizagem significativa, professor e aluno precisam manter uma relação de respeito e preocupação (mútua), e fomos além disso, temos um carinho especial por cada um deles.
      Os alunos matem em sua maioria relações adequadas entre si, demonstrando cooperação, apoio e amizade, entre outros aspectos. Embora todas as atividades tenham sido pensadas com esse objetivo, entre outros, foi uma surpresa muito boa ver, por exemplo, uns torcendo pelos outros.
      Embora a gente já soubesse que as crianças sabem muito, e eu nunca duvidei disso, não pude deixar de me surpreender porque eles realmente sabiam mais do que muito, mais do que as crianças que convivo e mais do que pudemos perceber no período de observação, e isso foi muito bom, realmente uma oportunidade para aprofundar discussões, explorar bem essa possibilidade dos alunos e assim usar esses pontos de ancoragem para ajudá-los a construir mais conhecimentos, e se divertindo muito.
      Não houve casos de indisciplina propriamente dita, houveram casos isolados de pequenos problemas com agressividade, e tentamos conversar com eles de forma a mostrá-los que aquela não era a atitude correta de um bom cidadão (aproveitando o tema do nosso projeto), e podemos dizer que resolvemos os problemas, mesmo que saibamos que apenas superficialmente.

Basquete e Pênaltis das frações

 Uma atividade tão simples e ao mesmo tempo tão rica!

Como Fazer?
Distribuir aos alunos tabelas como a que vemos abaixo, com os nomes deles, e explicar que todos anotarão os acertos e erros de todos, e que depois faremo frações de erros e acertos com esses números. Dizer que o que mais importa nessa anotação é a média da turma, que faremos depois, e que dessa forma temos que torcer pelos nosso colegas.


Nome
Fração de
acertos
Fração
de erros
Ana Carolina







Andrei







Antonio







Arthur







Bernardo







Carlos







Daniele







Eduardo







Fernanda







Gabriel







Guilherme







Helena







Ivan







João Victor







Lara







Liegy







Marcio







Mariana







Matheus







Nicolas







Rafael







Tauã







Yohan







Depois, em sala de aula, tabular as anotações e fazer as frações.

Veja um arremesso deles:

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E agora um pênalti:

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Agora a correção do exercício...

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Eu adorei essa atividade, e os alunos da turma com a qual eu e minha colega de prática trabalhamos também.

Gostou? Saiba que essa atividade foi criada por duas alunas do Curso Normal, Pâmela e eu, e que clicando aqui, você fica sabendo de tudo sobre esta experiência.

Combinados proibido e permitido - cartazes para séries iniciais

Esse material faz parte da prática do 3° ano, mas é de grande utilidade nas mais diversas situações, nó levamos pintados, mas o professor pode pedir para os alunos pintarem. Nós levamos durex (fita adesiva) vermelha pra demarcar o que era proibido, mas também pode ser canetinha, o importante é levar para a discussão e decisão dos alunos quanto o que é permitido e proibido.
Clique aqui para ver os combinados no power point ou baixá-los
Abaixo vão as imagens (clique em cima para ampliar, salvar e imprimir)















Tu deves ter observado que tem algumas em branco, é importante levá-las para que os alunos possam sugerir outras regras e usarem esse espaço para escreverem e desenharem o que sugerem.

Quer ver como ficou o meu? Espia o vídeo:


video

Espero que seja útil. Tirei as imagens de vários sites, e muitas se repetiam em vários sites, não vou creditar por esse motivo, mas estavam todas na primeira página de busca do google imagens.

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