segunda-feira, 23 de maio de 2011

A 1ª vez a gente nunca esquece

É bem a real, embora pareça bem clichê. E vamos combinar que a adolescência é cheia de "primeiras vezes". Vem o primeiro beijo, a primeira desilusão, com o tempo o primeiro dia no ensino médio, ou no curso que a criatura escolher, vem o primeiro amor, o primeiro namorado (no meu caso, meu eternamente único namorado), o primeiro emprego, a "primeira vez", os primeiros estímulos, os primeiros planos sérios para o futuro, tudo tem que começar por algum lugar.
Nesse final de semana experimentei uma sensação nova para mim. Meu primeiro concurso público. Moro em uma região sem tantas potencialidades econômicas que rendam boas oportunidade de emprego, ter a estabilidade é coisa que poucos conseguem. Mas muitos bem que tentam... Meu Deus! Foram mais de 18 mil inscritos. O cargo a que eu concorro é um dos que mais aglomerou gente, sorte é que tem 50 vagas. 
Eu já tinha feito outras provas como a seleção pública para estagiários (que é igual a um concurso), o vestibular seriado e taal, mas hoje tá valendo uma boa oportunidade de futuro, muita coisa podia depender do meu desempenho, é meio louco isso, já que só tenho 17 anos, e nem posso assumir o cargo agora, "mas tem que trabalhar pra frente".
É até triste ver tanta gente diputando um cargo, mesmo porque isso todo mundo que quisesse trabalhar deveria ter, acho que  não entendo nada de economia, mas me dá pena ver gente bem mais velha que eu ainda tentando um cargo que não dá pra dizer que seja bem remunerado, só assim pra ver como andam as coisas por aqui. Aguardando ansiosamente o gabarito definitivo, a classificação eu fico por aqui nesse assunto por enquanto, quem sabe esse concurso não pode mudar o rumo da minha vidinha.

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